O melhor curta que eu já assisti! Lembrou um pouquinho de mim, esse Vincent Malloy. Desde criança, meu sonho é ter uma daquelas casas antigas, escuras, com úm cemitério no quintal e uma sebe cobrindo as paredes. Fico imaginando as pessoas olhando-a admiradas em uma noite escura. Aquela casa austera e misteriosa, onde os córvos vem pousar. E então, de repente, surge a figura de um homem na janela, atrás das cortinas: EU háhá! Morro de vontade de andar pelo cemitério à noite, sabe. Não vou porque sempre há mais coisas lá do que fantasmas ou bruxas violadoras de túmulos. Drogados. E porque se me pegam lá eu vou preso com eles. Mas em noites de luar eu às vezes posso ser encontrado sentado em um banco da praça central de minha cidade, sob uma árvore. Só e envolto pelas trevas. Lá é muito escuro após o por-do-sol. Sinto-me bem. Fico lá pensando, inventando contos (o que eu preciso voltar a fazer com urgência) e ouvindo os grilos. Esse curta me fez sentir em casa. Quer...
Está de volta! Nem deveria ter saído! Eu fico extremamente feliz pelos seus elogios. Eu sinto cada palavra que sai de mim. E vc também sempre fez isso. Escrever tem que ser contínuo para vc, para mim. De verdade, espero que não pare nunca! E desejo muito sucesso para vc!
ResponderExcluirdepois tenho que contar a novidade!
bjuss
;*
Nossa, esse Baudelaire é bom mesmo.
ResponderExcluirSó com um texto desse pra eu admirar a gramática!
E que bom que seu blog está de novo entre nós, Pedro. Fontes de bons textos são sempre bem vindas =)
Ah, eu sei que é meio fora de contexto, mas eu queria te contar: tem um cara que fazia física aqui na Unicamp que está fazendo letras aí na Usp =P
Ah, Carol... às vezes acho que existe um grande distanciamento entre meu Eu e minhas palavras. Outras vezes somos um só. Mas escrever é bom rsrs.
ResponderExcluirGuilherme! Meu, que bom ver seu comentário aqui. Seja bem-vindo sempre. É, o Baudelaire foi um artista de peso. Ele foi um dos precursores daquela poesia macabra, que fala de morte, putrefação, da solidão e absurdo das cidades. Contrastava o macabro com a beleza, como se um não pudesse existir sem o outro. Inventor da poesia moderna. Inspirou Vinicius de Moraes e outros poetas famosos do Brasil.
Sério? Nossa, isso é um pouco difícil de acontecer, não? Física e Letras... bom, ambas falam de fenômenos que tecem nosso dia-a-dia a cada momento. Gostei de saber, haha :D
Abração!
FFLCH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
ResponderExcluirRevisitando esse blog cinco anos depois. Que saudade de tudo e todos! E como eu era jovem, pelo deuses! Já dei muita risada do que escrevi rsrs.
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